Fisioterapia Pélvica

Abordagens para tratar disfunções relacionadas sistema urogenital; instabilidade das vísceras, dor pélvica, escapes de urina, sensação de flacidez vaginal, hemorroidas.

Quando é indicada a fisioterapia pélvica?

Se você sentir um ou mais dos sintomas abaixo, procure seu ginecologista. Se você for diagnosticada com algum desses problemas, relaxe: a boa notícia é que a fisioterapia pélvica resolve boa parte dos casos!

Incontinência Urinária de Esforço
Você faz algum esforço, como tossir, rir ou abdomnais com a barriga e pronto: o xixi escapa!

Urgências urinarias 
Você sente vontade de fazer xixi toda hora e quando a vontade vem não dá pra segurar até ir ao banheiro.

 

Flacidez vaginal
Você sente que o músculo da vagina já está meio "frouxo", seja na hora de segurar o xixi ou durante a relação sexual. É muito comum ter flatus, ou seja, ar saindo pela vagina, que muitas vezes faz um barulhinho constrangedor.

Dor pélvica
Sensação dolorosa e persistente na região pélvica, por pelo menos seis meses, que pode ter diversas causas como a endometriose, fibroses e outras.

Prolapso dos órgãos da pelve
Por diversos motivos, um desses órgãos saem da sua posição normal: bexiga, útero, canal vaginal, intestino delgado ou intestino grosso. Algumas vezes acontecem de eles saírem pela cavidade anal ou vaginal.

Quais os recursos de tratamento?

Biofeedback
Dispositivo que favorece a percepção e reconhecimento do movimento do assoalho pélvico, para facilitação da consciência corporal
 

Eletroestimulação
Utilização de estímulos elétricos para recuperar a contração da fibra muscular que está reduzida ou ausente e aumentar a força e resistência muscular

Exercícios ou cinesioterapia
Fortalecimento e coordenação dos músculos do assoalho pélvico com exercícios de fortalecimento e/ou utilizando cones vaginais, dispositivos intravaginais com opções de pesos

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